segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Estratégias dos países ricos para melhorar a educação

Um estudo inédito divulgado nesta segunda-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) analisa mais de 450 iniciativas implementadas por 34 países com o objetivo de aperfeiçoar seus sistemas educacionais.


A mudança mais popular no grupo, que reúne majoritariamente países ricos e não inclui o Brasil, diz respeito à preparação dos estudantes para o mercado de trabalho, voltado principalmente para o ensino profissional e técnico.

Este tipo de mudança tem forte impacto, segundo especialistas, na produtividade dos trabalhadores - o que colabora para fortalecer a economia dos países.

A segunda reforma mais popular envolveu melhorias no ambiente escolar, com foco principalmente na preparação de professores.



A OCDE analisou iniciativas adotadas nos últimos sete anos. Segundo a organização, ainda é preciso analisar os resultados da maior parte destas políticas.


Embora os pesquisadores ressaltem que as soluções dizem respeito a cada país e não podem ser simplesmente copiadas para outras realidades, algumas ideias podem fornecer material para o debate geral de como melhorar a educação.

Eis algumas delas compiladas pela BBC Brasil.
1) Mercado de trabalho ou continuidade dos estudos

Quase um terço (29%) das reformas implementadas tiveram como objetivo preparar os estudantes tanto para o mercado de trabalho como para continuar seus estudos. O foco principal foram reformas nos sistemas nacionais de ensino profissional ou técnico.

Portugal, por exemplo, criou uma estratégia com o objetivo de aumentar o número de jovens matriculados no ensino profissional. Os cursos oferecidos são compatíveis com a demanda do mercado de trabalho.

Outra inovação: estão em teste programas de ensino profissional que começam mais cedo, a partir dos 13 anos.

Já a Dinamarca reformou seu sistema de ensino profissional com foco na redução da desistência.
2) Melhorias no ambiente das escolas

Reduzir o número dos alunos por turma, implementar reformas curriculares e, principalmente, capacitar professores foram o objetivo de 24% das reformas analisadas.

A Austrália criou um instituto dedicado apenas ao aprendizado de professores, e a Holanda desenvolveu um programa que visa a atrair os melhores estudantes para faculdades de educação.

Já a França reformulou o conteúdo e a estrutura de seus programas de treinamento de educadores, criando escolas que aliam treinamento prático ao teórico.
3) Garantir qualidade e equidade na educação

As reformas implementadas pelos países da OCDE também tiveram como objetivo implementar políticas para garantir que todos os cidadãos tenham acesso a um nível mínimo de educação, independentemente de circustâncias pessoais ou sociais. Ações deste tipo foram 16% das implementadas.

O Chile, por exemplo, introduziu um sistema que proíbe que a seleção para escolas de ensino fundamental tenha como critério renda ou performance. A regra também limita a possibilidade de as escolas expulsarem alunos com resultados ruins.

Na Nova Zelândia, foram implementadas estratégias para melhorar a educação dos maoris, população nativa que representa cerca de um quarto dos habitantes do país. Entre as iniciativas está um programa para engajar adolescentes com idades entre 14 e 18 anos na área de educação.

Na Inglaterra, um programa concede fundos adicionais às escolas para que elas consigam manter nas classes crianças em risco social. A ideia teve um impacto positivo.
4) Sistemas de avaliação

Sistemas de avaliação são considerados importantes pela OCDE porque apontam áreas em que é preciso melhorar. Implementar essas políticas, que visam a medir os resultados tanto dos alunos quantos das escolas, responderam por 14% das reformas.

No México, um instituto nacional de avaliação ganhou, em 2013, autonomia para desenvolver uma estratégia de acompanhamento válida para todo o país. Padronizar as avaliações facilita a comparação de resultados.

Na Itália, um projeto piloto acabou sendo expandido devido a seu sucesso. O projeto permite que as escolas decidam se serão avaliadas ou não. O processo envolve uma auto-avaliação da escola e uma avaliação externa, que é usada para estabelecer metas. Essas informações são divulgadas publicamente.
5) Reformas de financiamento

Conseguir melhorar as formas de financiar os sistemas de educação é um dos grandes desafios das escolas. Incrementar o financiamento foi o objetivo principal de 12% das medidas avaliadas.

Nos EUA, teve início em 2009 o programa Race to the Top, que atrela o financiamento das escolas à implementação de reformas e inovações na área de educação. Os Estados recebem fundos com base em seus planos para o futuro e também na qualidade dos professores, alunos e escolas. Eles precisam também ter competência para processar dados e informações estatísticas de educação.

Na Alemanha, dentro de um projeto criado para estimular a atividade econômica durante a crise financeira, o governo federal deu apoio a investimentos de Estados e comunidades em educação. Foram destinados 8,7 bilhões de euros (cerca de R$ 26,5 bilhões) a áreas como educação infantil, estrutura escolar e universitária e pesquisa.
6) Governança

A organização do sistema educacional e a definição de uma política nacional de educação foram foco das ações de 9% das reformas.

Ter uma estratégia nacional é importante, de acordo com estudiosos, porque proporciona parâmetros que devem ser seguidos nacionalmente.

Na Dinamarca, uma reforma nas escolas públicas, possibilitada por um acordo que envolveu todos os partidos políticos, foi feita para elevar expectativas, simplificar objetivos curriculares e abrir escolas para as comunidades.

Já a Estônia estabeleceu cinco metas para a educação no país. Entre elas está o uso de tecnologia digital no processo de aprendizado e uma maior correspondência entre o que é ensinado e as necessidades do mercado de trabalho.



Fontes: G1, BBC e OCDE

sábado, 13 de dezembro de 2014

Comissão Nacional da "verdade". A versão de um só lado.




Por : Diego Castro

Queria eu ter sinceros motivos para parabenizar o relatório final da intitulada "Comissão Nacional da Verdade",mas estaria agindo de profunda hipocrisia se isto fizesse, em face do real interesse que esteve por trás desta, que por vez passou muito longe de fazer justiça as ditas "violações de direitos humanos" no período do regime militar. A começar pela parcialidade com que a mesma se conduziu onde em sua composição trazia tão somente militantes e ex militantes de esquerda excluindo os militares e os seus da parte investigativa ,já que não é nenhuma calúnia relembrar que as vanguardas, ações populares e grupos similares ( fortemente influenciados por doutrinas vermelhas) naquele período cometeram inúmeras "violações de direitos,inclusive humanos".Portanto se realmente a intenção era trazer ao tempo A VERDADE E PUNIR OS OPRESSORES, que fosse de maneira ao menos equânime.


Com todo respeito aqueles que salutarmente pleitearam no então período por aquilo que acreditavam sem precisar estar ligado a nenhuma "organização anarquista" a exemplo das citadas acima.....mas diante do contexto ideologicamente tendencioso em que vivemos, a conclusão que faço da dita comissão da verdade é : 

De que esta não passou de mais uma estratégia de doutrinação da esquerda, que mediante ao "vitimismo" querem eternizar na história do país a ridícula imagem de heróis da democracia. ( a ser escrito nos livros didáticos para as futuras gerações). 


Para concluir, uma coincidência....No mesmo dia em que se concluiu o relatório final, foi a data em que se comemorava o dia do palhaço!. 



.. Vai entender certas "artimanhas" do destino. 



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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sisu terá 171 mil vagas em cursos superiores; inscrição abre segunda.

Número é 33% maior em relação ao processo seletivo de janeiro de 2013.  Notas do Enem serão divulgadas até o fim desta semana, diz MEC.



O número de vagas em cursos superiores disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que terá as inscrições abertas de segunda-feira (6) até sexta-feira (10), será 33% maior em relação ao processo seletivo do início de 2013. Segundo levantamento feito pelo G1com base nos dados disponíveis no site do Sisu, a edição do primeiro semestre deste ano vai disponibilizar 171.756 vagas, um terço a mais em relação a janeiro do ano passado, quando foram abertas 129.279 vagas.


Também são maiores o número de instituições participantes (passou de 101 para 115) e o número de cursos oferecidos (de 3.751 para 4.731).


Somente poderá se inscrever no processo seletivo do Sisu referente à primeira edição de 2014 o estudante que tenha participado da edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e que tenha obtido nota acima de zero na prova de redação. O Ministério da Educação anunciou que vai divulgar a nota do Enem até o final desta semana. Pela lei federal de cotas, o Sisu deve reservar pelo menos 25% das vagas para alunos que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas.


Assim como nos últimos anos, o Nordeste e o Sudeste, juntos, concentram dois terços das vagas disponíveis. O Nordeste tem 67.899 vagas, o que corresponde a 37,5%. O Sudeste tem 48.081 vagas (28%). A região Sul tem 22.367 vagas (13%), o Centro-Oeste tem 21.608 (12,6%), e o Norte, 11.801 (6,9%).


Minas Gerais é o estado com o maior número de vagas disponíveis (20.029), seguido por Rio de Janeiro (16.740), Bahia (12.459), Rio Grande do Sul (12.062), Paraíba (11.619) e São Paulo (10.304). O Tocantins é o estado com menor número de vagas: 624.


A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é a instituição que oferece o maior número de vaga pelo Sisu: 7.555. Em seguida estão as federais do Ceará (UFC), com 6.378 vagas; Bahia (UFBA), 5.938; Sergipe (UFS), 5.440; e Mato Grosso (UFMT), 5.408.


FONTE : G1-GLOBO

VEJA AS INSTITUIÇÕES QUE VÃO OFERECER VAGAS NO SISU DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014
UFInstituição
Acre
(2.650 vagas)
IFAC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre
UFAC - Universidade Federal do Acre
Alagoas
(5.499 vagas)
IFAL - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas
UFAL - Universidade Federal de Alagoas
Amazonas
(2.868 vagas)
IFAM - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas
UFAM - Universidade Federal do Amazonas
Amapá
(795 vagas)
IFAP - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá
UNIFAP - Universidade Federal do Amapá
Bahia
(12.459 vagas)
 
IFBAIANO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano
IFBA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
UNEB - Universidade do Estado da Bahia
UESC - Universidade Estadual de Santa Cruz
UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
UFBA - Universidade Federal da Bahia
UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Ceará
(8.417 vagas)
IFCE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará
UNILAB - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
UFC - Universidade Federal do Ceará
Distrito Federal
(2.069 vagas)
IFB - Instituto Federal de Educação, Ciencia e Tecnologia de Brasilia
UNB - Universidade de Brasília
Espírito Santo
(1.008 vagas)
IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
Goiás
(3.476 vagas)
IFG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia De Goiás
IF GOIANO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano
UFG - Universidade Federal de Goiás
Maranhão
(3.788 vagas)
IFMA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão
UFMA - Universidade Federal do Maranhão
Mato Grosso
(8.057 vagas)
 
IFMT - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso
UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso
UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
(8.006 vagas)
 
UFGD - Fundação Universidade Federal Da Grande Dourados
IFMS - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Mato Grosso Do Sul
UEMS - Universidade Estadual De Mato Grosso Do Sul
UFMS - Universidade Federal De Mato Grosso Do Sul
Minas Gerais
(20.029 vagas)
 
CEFET/MG - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
IFTM - Instituto Federal de Educação, Ciência d Tecnologia do Triângulo Mineiro
IFMG  - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais
IFNMG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais
IFSEMG - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais
IF SUL DE MINAS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais
UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais
UNIFAL-MG - Universidade Federal de Alfenas
UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá - Unifei
UFJF - Universidade Federal de Juiz De Fora
UFLA - Universidade Federal de Lavras
UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto
UFSJ - Universidade Federal de São João Del Rei
UFU - Universidade Federal de Uberlândia
UFV - Universidade Federal de Viçosa
UFTM - Universidade Federal do Triângulo Mineiro
UFVJM - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Pará
(3.694 vagas)
 
IFPA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
UFPA - Universidade Federal do Pará
UNIFESSPA - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia
Paraíba
(11.619 vagas)
 
IFPB - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba
UEPB - Universidade Estadual da Paraíba
UFPB - Universidade Federal da Paraíba
Pernambuco
(4.658 vagas)
UNIVASF - Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco
IFPE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
IF SERTAO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano
UFPE - Universidade Federal de Pernambuco
UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco
Piauí
(8.765 vagas)
IFPI - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí
UESPI - Universidade Estadual do Piauí
UFPI - Universidade Federal do Piauí
Paraná
(8.417 vagas)
 
FECEA - Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana
IFPR - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná
UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
UNILA - Universidade Federal da Integração Latino-Americana
UFPR- Universidade Federal do Paraná
UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Rio de Janeiro
(16.740 vagas)
CEFET/RJ - Centro Federal De Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca
UEZO - Centro Universitário Estadual da Zona Oeste
ENCE - Escola Nacional de Ciências Estatísticas
FAETERJ PARACAMBI - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro
FAETERJ PETRÓPOLIS - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro
FAETERJ RIO DE JANEIRO - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro
IFRJ - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro
IF FLUMINENSE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense
ISERJ - Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro
ISEPAM - Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert
UENF - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
UFF - Universidade Federal Fluminense
UFRRJ - Universidade Federal Rural Do Rio De Janeiro
Rio Grande do Norte
(7.049 vagas)
 
IFRN- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte
UFERSA - Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Rio Grande do Sul
(12.062 vagas)
UFCSPA - Fundação Universidade Federal De Ciências Da Saúde De Porto Alegre
UNIPAMPA - Fundação Universidade Federal Do Pampa - Unipampa
IFRS - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio Grande Do Sul
IFFARROUPILHA - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Farroupilha
IFSUL - Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Sul-Rio-Grandense
UERGS - Universidade Estadual Do Rio Grande Do Sul
UFPEL - Universidade Federal De Pelotas
UFSM - Universidade Federal De Santa Maria
FURG- Universidade Federal Do Rio Grande
Rondônia
(12.062 vagas)
IFRO - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia
Roraima
(12.062 vagas)
IFRR - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima
UFRR - Universidade Federal de Roraima
Santa Catarina
(1.888 vagas)
UDESC- Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina
IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina
IF CATARINENSE - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense
UFFS - Universidade Federal da Fronteira Sul
Sergipe
(5.645 vagas)
 
IFS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe
UFS - Universidade Federal de Sergipe
São Paulo
(10.304 vagas)
 
UFABC - Fundação Universidade Federal do ABC
IFSP - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos
UNIFESP- Universidade Federal de São Paulo
Tocantins
(624 vagas)
 
UFT - Fundação Universidade Federal eo Tocantins
IFTO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins
UNITINS - Universidade do Tocantins
Fonte: MEC/Inephfy

Prefeito diz que próximo Réveillon de Salvador terá atração internacional

Gestor falou à imprensa nesta quinta-feira e fez balanço da festa em Salvador.Foram apresentados planos e destaques do Réveillon de 2014.

 

O Réveillon de 2014 para 2015 será muito maior que o de 2013 para 2014, nós vamos trazer atrações de peso nacional e internacional", revelou o Prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto. Ele recebeu a imprensa na manhã desta quinta-feira (2), para apresentar balanço da festa da virada, que aconteceu durante 4 dias na capital baiana. As atrações do próximo Réveillon não foram reveladas.
Também estiveram presentes na coletiva, o Secretário de Desenvolvimento,Turismo e Cultura, Guilherme Bellintani, o Superintendente da Sucom, Silvio de Sousa Pinheiro e o Chefe de Gabinete, João Inácio Ribeiro Roma Neto e Secretário de Segurança Pública do Estado, Maurício Barbosa.
O balanço teve resultados positivos e a ideia dos quatro dias de festa permaneceu. "Fizemos um balanço muito positivo do evento, já começaremos a organizar o evento de 2015 e nós vamos manter a ideia de fazer os 4 dias de festa", comentou o prefeito sobre a importância de manter o caráter multicultural das atrações.
"Foi atrativo pra todos os gostos. Quem gosta do forró, vai ter forró, quem gosta do axé vai ter axé, do funk, da musica popular brasileira. Nós pretendemos ano que vem ao longo dos 4 dias, ter atrações tão fortes, ou muito mais fortes que esse ano", completou.
De acordo com o balanço mais de 390 mil pessoas compareceram à festa, 4 mil servidores da prefeitura trabalharam durante o evento e foram realizados 163 atendimentos no posto de sáude. Foram registrados ainda, a passagem de 180 mil pessoas pelo Elevador Lacerda.
"A iniciativa da prefeitura foi bem aceita pela equipe da SSP e pelo Governador do Estado. Foi uma festa muito tranquila, com operação de 1500 policiais, bombeiros e civis, que foram empregados nestes quatro dias. Iremos melhorar o material para o Carnaval e Copa do Mundo", relatou Maurício Barbosa, Secretário de Segurança Pública do Estado.

Festa de 2013

A festa de réveillon em Salvador reuniu cerca de 150 mil pessoas para acompanhar os shows de Saulo Fernandes, Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, e Pablo. A queima de fogos para festejar a chegada de 2014 durou cerca de 15 minutos na Praça Cairu e foram utilizadas 20 toneladas de explosivos.
Logo após o espetáculo de luzes tendo como cenário a Baía de Todos-os-Santos, Gil e Caetano fizeram show animado juntos, com grandes sucessos. Veja aqui fotos da noite de shows.A comemoração da virada do ano acontece na Praça Cairu, bairro do Comércio, pela primeira vez. Em anos anteriores, o evento era feito no Farol da Barra, local que atualmente passa por obras de revitalização.


Fonte : G1 Globo

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Por Diego Castro-Quando a prática das liberdades se tornam libertinas




Autor : Diego Castro-


O maior equívoco que se pode cometer quanto a visão de liberdade, é que esta, representa um princípio ilimitado assim como um direito absoluto ( certo de que nenhum direito é absoluto ).
Toda verdade seja ela, material ou não, necessita estar sob a égide de leis do mundo natural afim de sustentar a sociabilidade. Foi com a percepção dessa inerente necessidade diante do convívio social, que o direito veio ganhar forma, e ao longo de sua evolução, teoricamente e até mesmo em plano prático, se deu a possibilidade de encontrar ordenamentos jurídicos resguardando de maneira consideravelmente cautelar pelas mais diversas tipificações da garantia de liberdade.
É de extrema prudência saber proceder com toda conceituação, tanto no seu caráter ideológico quanto no caráter normativo. A inobservância, e consequentemente a não dosagem de tais compreensões é justamente o grande entrave de visão que justifica a ”promiscuidade” cometida na busca do livre arbítrio .Isso contribui com à impossibilidade da mister aplicação de freios e contrapesos corroborando assim para que o bom senso seja exilado de forma velada – porém voluntária, contrariando o próprio sentido da liberdade, onde tal exacerbação posterga as liberdades alheias, concretizando assim em libertinagem.
Nada mais oportuno do que abordar condutas reprováveis de determinados ativismos , onde a vontade interna sobressai a vontade comum ferindo prioritariamente o princípio das liberdades individuais, que desta maneira são dirigidos por submissão compulsória dos interesses de segmentos que coagem o direito de decisão de cada um em âmbito subjetivo, por conta da manutenção do domínio de determinados setores de base (porém de massa) da sociedade.
A fronteira entre a liberdade e a libertinagem encontra-se no respeito às diferenças, sem o qual, a salubridade do convívio social torna-se impossível. Nada justifica o despudor, a intolerância, o preconceito e até mesmo o vilipêndio da ordem moral com base na expressão da vontade.
Uma coisa é certa, a verdadeira democracia se constrói com contrapontos, ouvindo o contraditório e acatando a opinião da maioria, que nem sempre pode estar com a razão. Porém mesmo a maioria decidindo por um caminho a liberdade da minoria em decidir por outro não pode ser condenada, ao menos que ambas não afrontem os princípios que sustentam a ordem pública .


Artigo publicado no dia 16 de Setembro de 2013 , no site Além da Informação 





sábado, 9 de novembro de 2013

Humanismo- liberal conservador ou HLC ( Idealizado por Diego Castro em 11/2013 )


Diego Castro 

Imagem -Acervo pessoal 


                  DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA ----LIBERDADE ------ORDEM


Sempre me considerei um liberal conservador. Contudo entendo que o princípio da dignidade da pessoa humana está acima de qualquer outro, acima  inclusive do  princípio da pura liberdade. Procuro na criação desta identidade ideológica, a interação de valores humanísticos, liberais e conservadores entendendo que este misto tráz como principal benefício ao convívio humano a harmonia social , sem a qual não existirá a garantia da ordem social .
Assim dei a nomenclatura de doutrina política Humanista- liberal conservador ou HLC
Com isso, criei este ideário com 5 Princípios básicos que fundamentam  o Humano- liberal conservadorismo ou HLC.

1- A dignidade da pessoa humana como princípio fundamental (Defesa da vida humana, repúdio a violência, o preconceito e quaisquer práticas discriminatórias e que ponha em risco a integridade moral do ser humano).
2-Primazia do individualismo , Defesa das liberdades desde que não venha a ferir o princípio primário da o da Dignidade humana e nem as liberdades de outrem.
3- Preservações das ordens espontâneas inerentes das interações humanas
4- A supremacia da influência primária da família no processo de socialização de um indivíduo, entendendo que essa é o primeiro agente socializador do ser humano.
5-Liberdade econômica-Defesa da propriedade, sendo a sua disposição para função social um ato privativo de escolha do proprietário.

Pretendo com a criação desta  identidade ideológica, mobilizar pensadores que se encaixam e simpatizam a estes ideais, afim de influenciar nas esferas políticas da sociedade .

Comunidade Facebook : Humanismo- liberal conservador ou HLC ( Idealizado por Diego Castro)


Autor Diego Castro
Em 11/2013



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Brasil cai uma posição no ranking que avalia risco a catástrofes

Relatório divulgado na Alemanha avalia nível de risco de 173 países perante fenômenos da natureza. Edição de 2013 se concentrou na questão do acesso a sistemas de saúde


A população do Brasil está mais exposta aos impactos das catástrofes naturais, como terremotos, enchentes e aumento do nível do mar em decorrência das mudanças climáticas. Essa é uma das conclusões do relatório Risco Mundial 2013, apresentado nesta quarta, dia 4, em Bonn, na Alemanha. O estudo também revelou que países com um sistema de saúde precário e baixo nível de saneamento básico são os mais vulneráveis a esses fenômenos.
O ranking é anual, produzido pela Universidade das Nações Unidas, Universidade de Bonn e financiado pela Fundação Meio Ambiente e Desenvolvimento da Renânia do Norte-Vestfália. Ao todo, 173 países foram analisados e o Brasil passou da posição 124 para a 123.
Nesse ano, o índice que mede o risco da população de países frente a fenômenos naturais focou sua análise na área da saúde e acompanhamento médico. "É chocante ver como o atendimento de saúde está distribuído de forma desigual no mundo. Também causa espanto ver como a falta de um acompanhamento médico adequado aumenta a vulnerabilidade aos perigos naturais, principalmente em países pobres", declarou Peter Mücke, presidente da Aliança Ajuda ao Desenvolvimento, uma das organizações responsáveis pelo relatório.
Vanuatu, um pequeno arquipélago no Pacífico, é o mais ameaçado – o conjunto de ilhas já ocupava essa posição no ano passado. Tonga e Filipinas aparecem nas colocações seguintes. Dentre as nações mais ricas, Japão é o mais exposto aos riscos, na 15º posição. O Catar se manteve o último da lista, ou seja, o menos vulnerável.


As soluções

O ranking mediu quatro fatores: exposição aos desastres naturais, como enchentes, terremotos, seca e aumento do nível do mar; vulnerabilidade baseada em infraestrutura, condições de moradia e alimentares; eficiência dos governos nos quesitos prevenção, abastecimento médico, segurança material e social; e a capacidade de adaptação com relação às mudanças climáticas.
Mücke afirmou que a prevenção continua sendo a melhor maneira para evitar crises maiores. "Doenças que são de fácil prevenção acabam sendo fatais nos países mais pobres, pois permanecem sem tratamento", acrescentou Thomas Kistemann, professor do Instituto para Higiene e Saúde Pública da Universidade de Bonn.
O relatório também apontou que, além do acesso ao sistema de saúde, outro fator que aumenta o risco para a população é a falta de saneamento básico. No mundo, mais de um bilhão de pessoas não têm acesso a banheiros ou latrinas. Três em cada quatros dessas pessoas vivem em cinco países: Índia, Indonésia, Paquistão, Etiópia e Nigéria.
As crianças, em especial, são as mais vulneráveis. No mundo inteiro, cerca de 2 mil crianças morrem diariamente de diarreia e 3,5 mil de pneumonia. A maioria dessas infecções poderiam ser evitadas com medidas simples de higiene, como o lavar das mãos. Em 2011, 44 mil crianças com menos de 5 anos morreram no Brasil – 3% dos casos eram de diarreia, 7% de pneumonia.
Quanto aos problemas relacionados à infraestrutura, alimentação e situação de renda, a situação de risco do Brasil foi avaliada como "média". Nos quesitos dependência governamental, atendimento médico e exposição a catástrofes naturais o risco é considerado "pequeno", segundo o estudo.

Fonte : Terra Notícias